quem passa por aqui permanece na memória

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A praticidade da leitura ou a ruína do hábito? E-books









Dispositivo Kindle, disponibilizado
pelas lojas Amazon 
O aperfeiçoamento tecnológico dos meios móveis de Comunicação estimulam um novo tipo de leitura: os e-books. Após grandes editoras e revendedoras como Amazon aderirem ao novo vício - e até criarem novas plataformas como o Kindle -, o acesso a essa novidade no Brasil aumentou. Além das vendas dos tablets e smartphones (que excede os 30 milhões em 2013), dispositivos de leituras chegaram às mãos dos leitores digitais, conhecidos como e-readers.


Pesquisas indicam que a assiduidade dos leitores digitais cresceu após o aperfeiçoamento destes dispositivos. Derivando talvez da praticidade e custo, os e-readers possuem o voto positivo do Meio Ambiente e das editoras, que já somam 2,5% de suas publicações às mídias digitais. 


Com certeza uma ótima perspectiva para aqueles que já aderem às novas tecnologias, mas um pesar aos conservadores do hábito da leitura, papel, caneta e anotações próprias. Em meios como as escolas é aceitável o uso dos livros digitais no ensino, eliminando um peso e custo para os alunos; como fez uma escola particular do Tennessee, EUA, ao substituir os livros didáticos por Tablets iPad, eliminando os quase 20kg de livros que os alunos eram obrigados a carregar e restringindo a escrita manual para exercícios e caligrafia. Tal uso da tecnologia a nosso favor não mantém-se longe do Brasil. De acordo com o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), estão previstas para 2015 a aquisição de 80 milhões de livros, dentre os quais incluem-se obras na plataforma digital. 



A substituição iminente e totalitária da forma física de leitura é improvável. Existem, porém, meios em que esta vem a calhar no custo e disponibilidade, como educação, ensino interativo, mídias digitais e publicação de autores e editoras. O verbo folhear detém um significado que está enraizado na cultura mundial, e levará anos para perder seu valor. Como toda tecnologia, devemos saber utiliza-la de forma coerente, mantendo alguns conceitos vivos.


por Felipe Florentino


BIBLIOGRAFIAS

Conexao 3g e 4g





Criada em 2003, a conexão da terceira geração, conhecida como 3G, e ainda a mais utilizada pelos usuários da internet. Porem, em 2010 foi criada a conexão 4G, que veio com inúmeras transformações e melhorias, e pretende revolucionar a tecnologia.
A conexao 3g substituiu a 2g, que iniciou a era digital, com o inicio dos SMS. A conexao de terceira geracao modificou o modo como os usuarios utilizam os dispositivos moveis, trazendo maior mobilidade e facilidade de comunicacao. Foi introduzida na Europa em 2003, e no Brasil em 2004 pela operadora Vivo, a pioneira no pais, que contou com uma cobertura limitada a poucas cidades.
Ja a conexao 4g, e o aperfeicoamento das antigas conexoes, que permite uma velocidade cerca de quatro vezes maior do que a anterior, e atua atualmente em onze cidades brasileiras. Criada no Japao em 2010, permite um melhor acesso a conteudos multimidia, como fotos e videos em alta definicao.
Mesmo ja ativa em alguns paises, a conexao 4g nao anulara a 3g, pois por usarem frequencias diferentes, poderao ser utilizadas simultaneamente. A conexao 3g durara ainda por um longo periodo, ja que muitos aparelhos nao sao compativeis com o novo padrao, que funcionara tambem nas redes 2 e 3g.




Renata Fraga


BIBLIOGRAFIA
<http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/05/conexao-4g-acabara-com-3g-entenda-futuro-da-internet-no-celular.html>
<http://www.conexaominicom.mc.gov.br/materias-especiais/1344-veja-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-tecnologia-4g>
<http://www.clubedascuriosidades.com/diferencas-internet-3g-e-4g>

Aplicativos para dispositivos moveis


    

Desenvolvidos para smartphones, os aplicativos sao uma febre pelos usuarios. Criados com o intuito de facilitar a vida e trazer entretenimento em qualquer lugar, ha diversos tipos e funcoes disponiveis para serem baixados.
Os apps, como sao popularmente conhecidos, sao softwares que podem ser instalados ou baixados pelos usuarios para seus aparelhos moveis. Popularizaram-se em 2008, e sao, em sua grande maioria gratuitos, obtendo tambem versoes pagas, dependendo da necessidade e do gosto de quem utiliza.
Há inumeros tipos de aplicativos, em sua grande parte, criados para facilitar o dia-a-dia, otimizando processos basicos diarios. Alguns dos aplicativos mais conhecidos e utilizados sao os de redes sociais, como o instagram, dispositivo de publicacao de fotos, o whatsapp, de mensagens instantaneas e o facebook, que engloba diversas funcoes.
Criados tambem com o intuito de trazer entretenimento aos usuarios, possui diversso recursos como jogos, livros online, e serve tambem para ajudar em situacoes do cotidiano, como agendas, aplicativos de bancos e gps. Sao ferramentas muito uteis, que facilitam e trazem praticidade aos usuarios.




Renata Fraga



BIBLIOGRAFIA
<http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aplicativo_m%C3%B3vel>
<http://www.segredosgeek.com/2014/02/os-15-melhores-aplicativos-para-o-seu-novo-smartphone-android.html>
<http://www.tecmundo.com.br/m/52957.htm>

Decifra-me ou te devoro! Sobre o direito de ser "esquecido" na internet

No dia 13 de maio, O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) foi favorável que usuários de ferramentas de busca, em especial o Google, possam solicitar que dados pessoais obtidos e armazenados nesses sites sejam apagados.

Por que garantir esse direito? De um tempo pra cá, softwares são desenvolvidos com o sistema de "advinhador" para ferramentas de busca, para supostamente obterem uma maior eficiência e filtro no momento da busca. O problema, que para isso, o site armazena informações pessoais do usuário, sem sua autorização prévia.

Desde 1995, a União Europeia criou uma Diretriz sobre a Proteção de Dados, que já apontava que a extração, o registro e a organização de dados relativos a uma pessoa publicada na internet afeta potencialmente vários aspectos da vida privada. Segundo o TJUE qualquer pessoa "tem o direito de ser esquecida" na internet sob certas condições, em particular quando os dados são considerados "inadequados, não pertinentes ou não mais pertinentes do ponto de vista dos fins para os quais foram tratados e do tempo transcorrido". Os links para sites que contêm esta informação devem ser apagados da lista de resultados, a menos que existam razões particulares - como o papel desempenhado por essa pessoa na vida pública - que justifiquem que prevaleça o interesse do público a ter acesso a esta informação ao efetuar a busca", diz o tribunal.

O caso teve origem em uma ação apresentada por um cidadão espanhol que exigia a retirada dos resultados e dos links do Google nos quais seu nome aparecia associado a um leilão de imóveis vinculado a um embargo em 1998.  O processo começou quando o espanhol apresentou uma denúncia em em 2010 à Agência Espanhola de Proteção de Dados (AEPD) contra o jornal La Vanguardia e o Google.


Referências:

http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=525399

http://pt.euronews.com/2014/05/13/internet-europeus-com-direito-a-ser-esquecidos/

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Comunicação Móvel: A Digitalização dos Relacionamentos e o Distanciamento do Real

       Sinta o celular que está no seu bolso. Ignore a vibração que avisa uma nova mensagem; pare de escutar o toque dos aplicativos que destoam sua atenção diariamente. Pare e pense: quais os momentos do seu dia você desejaria realmente estar com outro alguém ou estar presente em outro lugar? Estamos vivendo o agora ligados a 220V, e o nosso agora tem um companheiro constante chamado smartphone. 

       Pesquisas indicam que no Brasil, o uso do celular com acesso à internet aumentou 340% no último ano. Ao alcance do toque do dedo indicador, o poder de comunicar-se é livre, instantâneo e manipulador. Temos nas mãos um afastamento dos momentos que vivemos, e hoje é considerado honra termos um momento ''a sós'' e denotarmos um tempo àqueles que nos rodeiam. A informação é constante e as pessoas que não estão conosco mantém-se em contato. Cabe a nós dividirmos-nos entre estar aqui ou estar lá.

       Por este vício desenfreado, temos cada vez mais a necessidade de atualizarmos nossa vida digital, às vezes separando-a, até mesmo, do real; e temos essa possibilidade a qualquer momento e local. Redes sociais como Facebook e Instagram determinam nossa imagem pessoal. Tornando-se não somente um auxílio a nossa vida social, mas o motivo de nossas ações, nossa relação interpessoal restrita-se a nutrirmos o que desejaríamos ser, e cada vez menos o que somos. Sentimos-nos forçados a estarmos constantemente vistos pelos olhos daqueles que desejamos que nos observem. Como um grito de atenção, queremos aceitação sem pensar de quem.

     Tamanha é a abrangência das redes sociais, que acostumamos-nos a informar diariamente o que fazemos, com quem estamos, os locais que frequentamos. E tal costume não se exclui aos relacionamentos íntimos. Divulgar o relacionamento, fotos e intimidades se tornou um ponto alto, e muitas vezes é pela rede social que as relações começam ou terminam.

      Temos em nossas mãos as possibilidades da informação, e aquela que poderia vir a enriquecer nossos ciclos de amizade e nossas rodas de bar, inibem nossa habilidade de interagir com aqueles os quais escolhemos estar, para estar com aqueles que não estão fisicamente presentes. A sensação de ''estar com quem não quer estar com você'' esfria as relações, e a imagem pessoal se torna algo maior que a ação de sermos quem somos. 
        Somos levados a uma publicidade focada no desprendimento destes conceitos mal-estabelecidos de amizade, tentando semear uma relação interpessoal rica e sentimental. Os locais que frequentamos medem o caminho para um momento de interação, e a inquietude daqueles contra este ''movimento moderno'' exige mudanças e bases mais sólidas sobre ''ser'', ''estar'' e ''sentir''.
         Não negando o lado positivo da modernização da comunicação, mas indiciando uma mudança no nosso comportamento perante essa acelerada novidade que diariamente invade mais as rotinas mundiais, pergunte-se os limites que permeiam os nossos relacionamentos, e determine aquilo que realmente vale a pena regar nos nossos conceitos de Humano.


Referências:
<http://www.gazetadopovo.com.br/tecnologia/conteudo.phtml?id=1260810> Acesso em: 12.05.2014
<http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/01/qualidade-das-relacoes-interpessoais-foi-mudada-pelo-universo-virtual-diz-psicanalista.html> Acesso em: 12.05.2014
<http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/tecnologia/noticia/2013/08/28/relacoes-sociais-mudam-com-smartphone-95157.php> Acesso em: 12.05.2014

por Felipe Florentino

Redes Sociais: Instagram – O embelezamento artificial do cotidiano

Criada em 2010 pelo brasileiro Mike Krieper em parceria com o americano Kevin Systrom, a rede social Instagram foi fundada com a premissa de ser um aplicativo para compartilhar experiências através de fotografias - e agora também de vídeos - e é, desde seu início, uma das redes mais utilizadas ao redor do mundo. Além de ser um dos maiores e mais procurados aplicativos, foi também curiosamente reconhecido por ser a rede social que mais causa depressão entre os usuários, devido a uma pesquisa realizada na Universidade de Berlim, na Alemanha.

Originada nos Estados Unidos e produzida inicialmente só para Iphone, o aplicativo popularizou-se em 2012 ao ser desenvolvido também para Android, tendo sido baixada mais de um milhão de vezes somente no primeiro dia em que foi disponibilizada para este tipo de sistema operacional. Atualmente o número de usuários ultrapassa os 200 milhões, contabilizando mais de 60 milhões de novas imagens publicadas todos os dias, segundo o próprio blog do app.

De acordo com a pesquisadora Hanna Krasnova, da Universidade de Berlim, o aplicativo é considerado o maior causador de depressão entre os que utilizam redes sociais, como facebook e twitter, por conter imagens, que impactam mais do que textos ou frases. A pesquisa explica que ocorre um embelezamento do cotidiano dos usuários do instagram, o que fere a auto-estima de muitos seguidores da rede, pois dá a impressão de que a vida dos outros é sempre melhor, mais divertida e mais interessante do que a própria.

O que deve-se ter em mente, é que nem sempre uma foto, com o melhor efeito, do melhor ângulo, e que muitas vezes precisou de várias tentativas para se tornar publicável, é o que consiste no cotidiano de cada pessoa como um todo. Certamente ninguém vai sentir-se confortável em se expor aos outros situações tristes ou constrangedoras, e sim, compartilhar momentos de alegria, em lugares e condições as quais sintam-se bem. Deve-se lembrar que nem a menina da capa da revista se parece com a menina da capa da revista, celebridades também ficam tristes e acordam de cara lavada e no fim, todos são iguais, com problemas, alegrias e preocupações.


Renata Fraga


Referências:
http://g1.globo.com/tecnologia/tem-um-aplicativo/noticia/2014/03/instagram-atinge-marca-de-200-milhoes-de-usuarios-ativos-por-mes.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Instagram

http://canaltech.com.br/tag/Instagram/

Entropia - Breve histórico sobre a era do excesso de informação

De todas as manchetes que você “vê” por dia, quantas você “lê” na íntegra? E dessas informações lidas, quantas você de fato assimilou e é capaz de reproduzir com precisão, sem o auxílio da fonte?

Com a internet muitos de nós conseguimos acessar notícias que antes, talvez, nem chegavam à nossa ciência. E mais ainda, nos é permitido redigir-las, divulgar-las e “compartilhar-las”. Com isso o fluxo e produção de informação cresceu muito. Em ritmo frenético, numa velocidade máxima.

Sejam relevantes ou não, o fato é que damos várias “olhadinhas” nos acontecimentos destacados pela mídia digital. E quando vê, aquilo que deveria ser importante de ser lembrado acaba sendo substituído por algo não tão importante assim.

O famoso cientista que apontou o relativismo, Albert Einstein, fundamentou toda possibilidade de realidade e existência no princípio da incerteza, ou seja, a Entropia. Na matemática, se diz Entropia, quando a probabilidade da incerteza, acaba sendo maior do que a possibilidade de certeza e exatidão. Entropia seria a medida da energia que “se perde” da totalidade, e no caso da informação, seria a “mensagem” que se perde no momento em que se passa do veículo de comunicação, sofrendo ruídos até chegar ao receptor da informação.

Tudo isso para dizer, que uma notícia acaba tendo maior relevância quanto maior for o seu grau de aleatoriedade ou imprevisibilidade, já que a imprecisão, e a incerteza, agregam mais interesse em saber aquilo que se está por saber. Complexo, não é? Mas é simples de observar.

Formulando um exemplo: se cada vez que você atualizasse seu status no facebook, você desse informações completas, de como você está se sentindo, onde você tem frequentado, e com quem você tem andado, ultrapassando mais de 5.000 carácteres para se expressar, é bem provável, de que primeiro, poucas pessoas se interessariam de ler sua mensagem completamente, e se caso lesse, pouco guardariam das informações prestadas. Agora, se você se expressasse em 140 carácteres, deixando muitas informações de fora, muitas pessoas se interessariam em saber mais sobre você.

São tempos de abundância da informação, como já mencionei no começo do texto, mas serão tempos de grandes memórias? Deixo a provocação, querendo saber se você se lembra, do que leu antes desse artigo.


Referências:

http://w3.ualg.pt/~sjesus/aulas/fdt/node33.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Entropia_da_informa%C3%A7%C3%A3o
www.ib.usp.br/~rpavao/Teoria_da_Informacao.pdf
http://ivancarlo.blogspot.com.br/2011/08/entropia-e-tendencia-ao-caos.html




Marco Civil da Internet - O que muda no fazer jornalístico após a aprovação do Marco Civil da Internet?

A Lei nº 12.965, sancionada recentemente, no dia 23 de abril, regula o uso da Internet no Brasil, por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. Essa lei ficou conhecida como o Marco Civil da Internet, e tramita desde 2009, quando surge como projeto de assegurar a liberdade de expressão, e a privacidade de usuários na Internet.

Mas você deve estar se perguntando, o que colocaria em risco os príncipios democráticos na rede? É preciso voltar um pouco no tempo, quando o projeto de lei – PL 84/99, chamado de Lei Azeredo (vulga AI-5 Digital), propunha 23 artigos que modificam o Código Penal, para que possam abranger os infodelitos, entre eles, clonagem de cartões e celulares, difusão de vírus, roubo de senha e pornografia infantil. No momento em que esse PL passa por discussão e votação, começam a ser questionados o porquê de tamanho “vigilantismo” na internet com o intuito de combater crime em ambientes virtuais. 

Defensores da liberdade na rede enxergavam ainda exageros e imprecisões na redação do projeto de lei, e um dos aspectos mais criticados é o período de três anos para a guarda dos logs – dados de endereçamento eletrônico da origem, hora e data da conexão – por parte dos provedores. Ações consideradas suspeitas, como o simples compartilhamento de arquivos, teriam de ser informadas a órgãos investigativos, comprometendo ferramentas empregadas para a difusão da cultura digital.

Esse tipo de imposição representaria riscos à liberdade nesses ambientes. Em contrapartida, desde o momento da sua discussão na Câmara de Deputado, políticos, jornalistas e sociedade civil, manifestam-se na rede através de petições on-line, publicações nas redes sociais, culminando na criação do Comitê Gestor da Internet no Brasil o qual ficou responsável de unir colaborações e opiniões da sociedade para a elaboração do texto do projeto de lei do Marco Civil da Internet.

O PL Azeredo, foi derrubado em 2011, quando houve uma “reformulação” da mesma, baixo o argumento de priorizar direitos civis, e não penais, à internet. A lei 12.737/2011 , ficou famosa como Lei Carolina Dieckmann, pois sua aprovação foi “apressada” logo após imagens “não-permitidas” da atriz serem roubadas e divulgas na interntet. A derrubada do projeto da lei Azeredo, foi um passo importante, para ganhar fôlego na articulação da aprovação do Marco Civil da Internet.

O Marco Civil da Internet, entre tantas coisas propunha, a não responsabilização do intermediário – sites, blogues, portais e redes sociais – que viabilizar a publicação do material dentro de seu espaço; a garantia da privacidade de mensagens, e outras informações pessoais; a regulamentação do comércio de conexão e provedores de internet, visando não limitar acessos, tendo seus contratos redigidos de forma clara e com serviços de atendimento à dúvidas, etc.

Foram anos de pressão, discussão e divulgação da proposta, que só obteve relevância parlamentar após o caso de “espionagem” à Presidenta Dilma, por parte dos EUA. É preciso admitir que esse foi um dos maiores motivos para que a A Lei nº 12.965 subisse na pilha de projetos a serem votados. O Marco Civil da Internet substitui a Lei Azeredo (vulga Carolina Dieckmann), e preserva o princípio democrático tanto defendido pelo Jornalismo – a liberdade de expressão. Ou seja, que na prática, jornalistas podem ficar um pouco mais tranquilos no exercício da profissão, já que a lei é importante para regulamentar os conteúdos – inclusive informativos – que circulam na rede.


Referências: